Também conhecidos gatos do deserto. Trata - se de un felino de 4kg,de hábitos noturnos adaptado à vida em desertos arenosos como os do Sahara, Árabia, Irã, Afeganistão, Turcomenistão e Paquistão .Ao contrario de outros felinos, a planta dos pés está coberta totalmente de pêlo para proteger do contato com as ardentes areias do deserto. São difficiles de encontrar e estão em extinção.
martes, 26 de mayo de 2015
sábado, 28 de marzo de 2015
PIKACHU - UN COELHO MÁGICO
'Pikachu' é um coelho mágico e foi fotografado na China
Pequeno, peludinho, extremamente fofo, com orelhas eretas e pontudas e chamado Pika: não, não estamos falando do pokémon favorito de Ash, mas sim do pika-de-ili, um raro mamífero redescoberto na China.
O pika-de-ili foi avistado pela primeira vez em 1983 na região da cordilheira Tian Shan, no noroeste da China. Quem descobriu o bichinho foi Li Weidong, que desde então criou uma fixação pelo animal. Isso porque descobrir espécies de insetos, aves e peixes é bastante comum, mas revelar um novo mamífero ao mundo é um evento bastante raro.
Cientificamente chamado de Ochotona iliensis, os pikas-de-ili estão em extinção: estima-se que existam menos de mil exemplares da espécie. A última vez que Weidong havia fotografado um pika-de-ili foi no começo dos anos 90. Para constar: o “Ili” do nome é a cidade-natal de Weidong.
Nos trinta anos em que pesquisa os pika-de-ili, Li Weidong já organizou inúmeras excursões à região de Tian Shan. Porém, em poucas vezes o bichinho foi observado. Entre 2002 e 2003, o mamífero ganhou o apelido de “coelho mágico”, já que saltou sobre os pés de Weidong e sumiu instantes depois, sem que um registro pudesse ter sido feito. As fotos divulgadas agora foram feitas em julho de 2014, com ajuda de câmeras infravermelhas.
Existem outras espécies de pikas pelo mundo e podem ter sido elas a inspiração para o Pikachu do Pokémon. Diferente deles, o famoso personagem amarelo é extremamente popular, sendo a principal referência visual quando se fala da saga de Ash e do anime japonês.
Pequeno, peludinho, extremamente fofo, com orelhas eretas e pontudas e chamado Pika: não, não estamos falando do pokémon favorito de Ash, mas sim do pika-de-ili, um raro mamífero redescoberto na China.
O pika-de-ili foi avistado pela primeira vez em 1983 na região da cordilheira Tian Shan, no noroeste da China. Quem descobriu o bichinho foi Li Weidong, que desde então criou uma fixação pelo animal. Isso porque descobrir espécies de insetos, aves e peixes é bastante comum, mas revelar um novo mamífero ao mundo é um evento bastante raro.
Cientificamente chamado de Ochotona iliensis, os pikas-de-ili estão em extinção: estima-se que existam menos de mil exemplares da espécie. A última vez que Weidong havia fotografado um pika-de-ili foi no começo dos anos 90. Para constar: o “Ili” do nome é a cidade-natal de Weidong.
“Se ele se tornar extinto na minha frente, eu vou me sentir tão culpado”, declarou Weidong à rede de televisão CNN. Ele acompanhou todo o declínio da espécie e acredita que os pikas-de-ili precisam urgentemente ser “adotados” por grupos de preservação animal. O pequeno mamífero, de cerca de 20 centímetros, foi incluído na lista de animais ameaçados, mas nada está sendo feito para mudar essa perspectiva.
Originalmente, os pikas-de-ili viviam a entre 3,2 e 3,4 mil metros de altitude, na encosta rochosa das montanhas geladas. Com o aumento do aquecimento global e o derretimento do gelo das montanhas, os bichinhos precisaram subir a até cerca de 4 mil metros, onde ainda existe neve permanente. Eles se alimentam de gramíneas que crescem em locais muito frios.
Apesar de extremamente fofos e com aparência de dóceis bichinhos de pelúcia, os pikas-de-ili são animais solitários e pouco “conversadores”. Assim, eles não têm a habilidade de comunicar com outros da espécie quando algum predador está se aproximando.
Originalmente, os pikas-de-ili viviam a entre 3,2 e 3,4 mil metros de altitude, na encosta rochosa das montanhas geladas. Com o aumento do aquecimento global e o derretimento do gelo das montanhas, os bichinhos precisaram subir a até cerca de 4 mil metros, onde ainda existe neve permanente. Eles se alimentam de gramíneas que crescem em locais muito frios.
Apesar de extremamente fofos e com aparência de dóceis bichinhos de pelúcia, os pikas-de-ili são animais solitários e pouco “conversadores”. Assim, eles não têm a habilidade de comunicar com outros da espécie quando algum predador está se aproximando.
Nos trinta anos em que pesquisa os pika-de-ili, Li Weidong já organizou inúmeras excursões à região de Tian Shan. Porém, em poucas vezes o bichinho foi observado. Entre 2002 e 2003, o mamífero ganhou o apelido de “coelho mágico”, já que saltou sobre os pés de Weidong e sumiu instantes depois, sem que um registro pudesse ter sido feito. As fotos divulgadas agora foram feitas em julho de 2014, com ajuda de câmeras infravermelhas.
Existem outras espécies de pikas pelo mundo e podem ter sido elas a inspiração para o Pikachu do Pokémon. Diferente deles, o famoso personagem amarelo é extremamente popular, sendo a principal referência visual quando se fala da saga de Ash e do anime japonês.
CAMALEÃO
Fala muito sobre a mudança de cor da pele dos camaleões, mas mais impressionante é o linguão do bicho. Não dá para ver a olho nu o lançamento da língua para a captura de uma presa. Somente com uma câmera para paralisar o movimento e perceber este espetáculo. E para ver a velocidade, só com uma câmera superlenta. Alguns pesquisadores admitem que existem espécies que seriam capazes de lançar a língua a uma velocidade de mais de 50 metros por segundo, algo como 18km/h, mais rápido do que muitos maratonistas.
lunes, 23 de marzo de 2015
ANIMAIS EM CROCHÊ
Lindas miniaturas de animais feitas em crochê!
Essas lindas miniaturas de crochê, apesar de minúsculas, são ricas em detalhes. Os criadores são cinco integrantes de uma família vietnamita, e a inspiração veio da caçula da família, de apenas 10 anos de idade e que adora animais.
A família aproveitou todo o talento e criou uma empresa para a fabricação e comercialização das miniaturas. A empresa foi batizada de Su Ami, apelido da caçula que inclusive ajuda a produzir essa arte que cabe literalmente na ponta dos dedos.
Cada bichinho lindo parecem muito coisas verdadeiras!
BICHOS DEFENSORES
Os bichos sabem se defender quando são atacados por predadores
E não precisam fazer nenhum curso de defesa pessoal para isso. O inseto fulgorideo, um parente das cigarras, possui dezenas de pequenos espinhos brancos na parte traseira de seu corpo esverdeado. Ao sentir se ameaçado, ele abre os espinhos que ficam parecidos com um ameaçador guarda chuva de pequenas setas pontiagudas. Inimigos pequenos não se atrevam a encostar nele e fogem.
A siba, uma parente do polvo, é um dos alvos preferidos por peixes grandes e pelo homem. Sua estratégia de fuga é esguichar um jato de tinta preta para turvar a água. Ela aproveita para fugir quando tudo fica escuro.
Já as lulas saem nadando de costas em alta velocidade, sugando e ao mesmo tempo esguichando um forte jato de água. O inimigo é pego de surpresa. Uma pequena espécie tropical esguicha com tanta potência que chega a sair água e a deslizar no ar com as nadadeiras abertas.
Os animais se defendem a sua maneira, quando atacados. Uns fogem, outros atacam. O instinto é que os comanda.
viernes, 20 de marzo de 2015
VESPAS
A vespa caçadora põe apenas um ovo por vez, mas isso exige uma estratégia complicada
Como fazem todas as vespas a fêmea da caçadora põe o ovo e o abandona. Para evitar que a larva mora de fome ao nascer, ela precisa fazer uma provisão. Antes de pôr o ovo ela caça o alimento. Se você acompanhar uma dessas vespas em ação, vai ver que algumas são negras e têm listras amarelas. Elas podem rondar uma tarãntula que se escondeu atrás de um tapete estendido num muro. Se você der uma mãozinha à caçadora, retirando o tapete vai ver que aranha não tem chance. A caçadora a ataca e injeta uma porção de veneno paralisante em seu abdômen. Instantaneamente a tarãntula adormece. a vespa caçadora arrasta-a até um local escolhido, faz uma toca e deixa a tarãntula ali, com um presente sobre as costas: um ovo de um centímetro.
A aranha adormecida permance assim, sem apodrecer, até que o ovo eclode e a larva da vespa nasce sobre o almoço. A pobre aranha é devorada enquanto dorme seu sono forçado.
Como fazem todas as vespas a fêmea da caçadora põe o ovo e o abandona. Para evitar que a larva mora de fome ao nascer, ela precisa fazer uma provisão. Antes de pôr o ovo ela caça o alimento. Se você acompanhar uma dessas vespas em ação, vai ver que algumas são negras e têm listras amarelas. Elas podem rondar uma tarãntula que se escondeu atrás de um tapete estendido num muro. Se você der uma mãozinha à caçadora, retirando o tapete vai ver que aranha não tem chance. A caçadora a ataca e injeta uma porção de veneno paralisante em seu abdômen. Instantaneamente a tarãntula adormece. a vespa caçadora arrasta-a até um local escolhido, faz uma toca e deixa a tarãntula ali, com um presente sobre as costas: um ovo de um centímetro.
A aranha adormecida permance assim, sem apodrecer, até que o ovo eclode e a larva da vespa nasce sobre o almoço. A pobre aranha é devorada enquanto dorme seu sono forçado.
viernes, 13 de marzo de 2015
FORMIGAS
Entre os mais conhecidos estão as abelhas, os cupins e as formigas. Num cupinzeiro ou formigueiro há quatro castas bem definidas: a rainha, as operárias, os machos e os soldados. O que define a função de cada uma é o tipo de substância que a rainha mistura ao alimento dos insetos na fase jovem. Apesar disso, uma formiga ou cupim pode fazer diversos tipos de trabalhos, conforme a rainha o determine. Só os soldados não mudam de atividade e passam a vida toda protegendo a rainha e o ninho. A rainha vive até 50 anos sem sair de seu quarto, pondo, em média, 36 mil ovos por dia.
Um único ninho de cupins pode abrigar até mais de 20 milhões de insetos. A liderança nessas comunidades, portanto, é essencial. Mas entre os cupins não há ameaças, imposição ou maus-tratos para forçar os outros. A rainha de um cupinzeiro apenas produz feromônios especiais ( substâncias que produzem comunicação) que orientam a colônia.
Todos os insetos de um formigueiro produzem feromônios, mas sem os de rainha, a colônia não funciona. Os ocupantes morrem ou vão embora.
A cooperação entre os membros de uma colônia de formigas, cupins, vespas e abelhas é decisiva. Você já viu quando um enxame de vespas se reúne para construir um ninho? Elas vão chegando e trazendo o material de construção, uma pasta de celulose, com a qual vão moldando seu futuro lar. Em pouco mais 24 horas, o trabalho da equipe está concluído.
Os insetos sociais constroem juntos, recolhem alimentos juntos, tomam conta dos filhotes, lutam juntos para defender um dos membros de sua turma e cooperam uns com os outros em tudo o que for preciso para manter a colônia. Eles são incentivo para nós. É claro que tudo isso tem que ver com instinto e uma predeterminação de atitudes, mas nós temos a capacidade de pensar.
Todos sabem que o trabalho em equipe é mais produtivo. Você vê isso até brincando com a sua turma. Se for num esporte coletivo, como é o caso vôlei, a participação de todos na quadra é vital. Um tem que passar a bola para o outro, apoiar e receber. A vitória de um é a vitória de todos e a derrota de um é a derrota de todos.
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